
Contar a história dos ciganos é contar uma História com H maiúsculo: são emoções e resiliências fortes! No dia primeiro de agosto de dois mil e vinte e três por volta das treze e dezenove horas através dos relatos da Bibio (como são chamadas no dialeto Romani, “tia”) Eliane Sava, havia falecido Dorival de 84 anos, um líder da comunidade Cigana Rom de Barbacena e também pai de sua nora. Se tratando de tradição cigana, um líder é um senhor mais velho, com grande experiência e que é reportado para aconselhar sobre as questões relacionadas à família e tudo o que envolva aqueles ciganos.
Tia Eliane conta que as tradições que permanecem até hoje em especial é o casamento que ainda é pago em ouro, como um dote. São três dias de casamento, em que o primeiro dia de festa é o pai do rapaz quem custeia, o segundo o pai da noiva. Geralmente casam entre 14 e 15 anos, e a noiva casa-se virgem.
Sobre a chegada da família Sava no Brasil foi através de sua avó que veio da Itália com um cigano e tiveram 17 filhos. Continue a ler em :